povo que lavas no rio,

Amália Rodrigues : Povo que lavas no rio
Música: Fado Victoria
Letra: Pedro Homem de Melo
Versos de Segunda (jeito de jj)
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Povo que lavas no rio
E talhas com o teu machado
As tábuas do meu caixão.
Pode haver quem te defenda
Quem compre o teu chão sagrado
Mas a tua vida não.

Fui ter à mesa redonda
Bebi em malga que me esconde
O beijo de mão em mão.
Era o vinho que me deste
A água pura, puro agreste
Mas a tua vida não.

Aromas de luz e de lama
Dormi com eles na cama
Tive a mesma condição.
Povo, povo, eu te pertenço
Deste-me alturas de incenso,
Mas a tua vida não.

Povo que lavas no rio
E talhas com o teu machado
As tábuas do meu caixão.
Pode haver quem te defenda
Quem compre o teu chão sagrado
Mas a tua vida não.
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Commentaires (3)

1. Masami Le 19/02/2007 à 05:12

Erreur!
"Aromas de urze e de lama"

2. F.M. Le 04/05/2007 à 17:20

um grande obrigado aos amigos da ERADA por terem tido esta ideia magnifica de levarem aos 4 cantos do mundo as tradiçoes do nosso povo LUSITANO e estes fados da grande AMALIA que tanto nos deu e tanto nos deixou... Um amigo do FERRO que muito vos estima e que vos lê em frança actualmente.

3. Masami Le 06/05/2007 à 16:47

Pardon! J'ai oublié de rectifier un autre erreur.
"Água (sans l'article defini "A") pura, fruto agreste".
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Dernière mise à jour de cette page le 15/06/2005

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